Questionário

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12 Respostas para “Questionário

  1. Sabemos que existem interesses particulares vinculados a vereadores para alteração do plano diretor no bairro santa helena…mas quero reinterar que o bairro é residencial e deve continuar assim. a mudança no plano diretor ira possibilitar a construção de 4 andares…o que é injusto visto que a maioria das casas é de dois andares…como ficamos se isso vier a acontecer???

    • Verdade Rafael, este mesmo vereador, infelizmente foi reeleito. Alem de ser a favor de mudar para bairro comercial, ele é a favor da instalação de industrias na Bacia de Captação do Arroio Barracão. A população deve estar alerta.

  2. Gostaria que a entrega de projetos ao IPURB para análise e aprovação, fosse no sistema virtual ou via CD. É um método bastante utilizado nas grandes cidades vizinhas e é economicamente sustentável.

  3. Informo que os arquivos referente às etapas estão sendo disponibilizados no site da Prefeitura Municipal, no ambiente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano. Segue link: http://www.bentogoncalves.rs.gov.br/pagina/revisao-do-plano-diretor

  4. colocar cancelas nas principais ruas de acesso ao Bairro Santo Antão, pois como é um bairro estritamente residencial evitaria acesso de pessoas estranhas e o mesmo se tornaria mais seguro.

  5. O binário da olavo bilac deve ser finalizado. Para isso construir um viaduto ligando a planalto com a estefania pasquali ou utilizando a atual estrutura e a rua aguinaldo da silva leal, benjamin constant até chegar na dr. casagrande. Para isso seria necessário ajustar o piso entre a aguinaldo da silva leal e benjamin constant. A Dr. Carlos Flores também deveria ser estendida até a rótula da 13 de maio (desapropiando a área ao lado da antiga três s), com a interligação futura da 13 de maio com a r. fortaleza. Os tempos dos semáforos da cidade estão totalmente errados, deixando aberta a passagem em ruas quando não há mais fluxo e retendo trânsito em excesso pelo outro lado do cruzamento. Os semáforos dos principais cruzamentos deveriam ser atuados também pelo tráfego (além dos tempos mínimos previstos), bem como operados à distância, com uso de câmeras. Os corredores de ônibus deveriam ser mantidos apenas em horários de pico (início da manhã, meio-dia e final da tarde). Nos demais horários deveriam ser abertos para os demais carros e/ou carga e descarga.

  6. No bairro vinosul e em todo vale dos vinhedos os proprietários de seus terrenos não podem abrir um comércio ou mesmo uma industria que não seje destinada ao turismo, sendo que nem sequer uma oficina mecânica é permitida no bairro, não temos nem ao menos um mini mercado e não é por falta de pessoas interessadas em ter estes tipos de comércio. Essa situação de impedimento de construções para outros seguimentos que não sejam o turismo dificulta muito a vida dos moradores do bairro, pois obriga as pessoas que ali residem ter de se deslocar a outras partes da cidade.

  7. Gostaria de deixar expressa aqui minha inquietação quanto à intensa verticalização na área central de Bento Gonçalves. Este processo desenvolvido de forma DESORGANIZADA, tem gerado aumento da densidade demográfica, diminuição do espaço livre, impermeabilização do solo, provocando acúmulos rápidos de água, como o ocorrido em meados de março de 2014, onde a chuva forte causou alagamento no cruzamento das ruas Marechal Deodoro e Saldanha Marinho, no Centro (Jornal Pioneiro). Sem falar na redução da radiação solar, da velocidade dos ventos e da umidade relativa, facilitando a elevação da temperatura e da poluição.
    Outro ponto preocupante, tem sido a densidade demográfica elevada nesta região, associada ao relevo extremamente irregular e um SISTEMA DE TRANSPORTE COLETIVO INEFICIENTE, dificultam o deslocamento das pessoas para resolver as necessidades da vida, o que tem levado a um modelo de MOBILIDADE baseado no CARRO.
    Qual é o resultado? Esse trânsito caótico em horários de pico.
    Antes de pensar em alteração na estrutura e na rede viária, que tal descentralizar o comércio, afinal a cidade cresceu e já passou da hora, e porque não pensar em um programa de conscientização da população para usos alternativos de meio de transportes???
    Até porque se cada pessoa quiser sair de casa no conforto do seu carro, NUNCA teremos ruas suficientemente capazes de comportar tal demanda.
    LEANDRO BUSSOLOTTO.

  8. Como Bairro Residencial e de lazer para toda a comunidade, local e turística, não devemos alterar índices construtivos do bairro são bento, pois tal fato poderá alterar a via gastronômica. vizinhos e restaurantes normalmente tem divergências.

  9. 1 – Sou contra a alteração de Lei do artigo 53 do Plano Diretor pois Bento Gonçalves está inserida em uma das mais carentes áreas do Estado em disponibilidade de recursos hídricos.
    2 – A alteração da Lei que esta sendo proposta propiciando a implantação de instalações permanentes em áreas ainda mais próximas dos cursos d’água, além de tornar a situação mais crítica, irá proporcionar um risco muito grave para o abastecimento público, tendo em vista a já mencionada carência de mananciais hídricos na região. Temos os bairros Salgado e São Valentim como zonas industriais, porque as empresas não são instaladas lá e assim protegemos a água? alias que nem é nossa, pois 70% provem de Farroupilha pelo Burrati e 30% provem de Garibaldi pelo Barracão. Indústrias podem mudar de endereço, rios e riachos não.
    3 -Ficaremos sem água antes do que se imagina – “Motivada pelos consideráveis e multiplicados agravantes constatados nos últimos anos, envolvendo o abastecimento de água de Bento Gonçalves, notadamente com o comprometimento da Bacia de Captação, fazer as colocações a seguir, para evitar um colapso total no fornecimento do precioso líquido à nossa cidade”. Com este alerta a ABEPAM – Associação Bento-Gonçalvense de Proteção ao Ambiente Natural iniciava o oficio que endereçou a 77 entre entidades públicas e privadas, imprensa, órgãos municipais, estaduais e federais e poderes legislativo, executivo e judiciário do Estado em 22 de março de 2012. Fonte: Jornal Semanário 30/11/13 pag 13.
    4 – O IABG ressalta que em se tratando de Áreas de Preservação Permanente devem ser respeitados os limites especiais estabelecidos pelo novo Código Florestal (Lei nº 12.651/12). “Nesse caso, para cursos d’água de até 10 metros de largura, a área de preservação permanente é de 30 metros, a partir da borda do leito. Há ainda a possibilidade do Poder Público alterar a metragem, desde que seja para aumentar a Área de Preservação Permanente, mas nunca para diminuí-la”. Fonte: Jornal Semanário 30/11/13
    5 – Deve-se ter cuidado redobrado para alterar o Plano Diretor, uma vez que poderá ter sérias implicações para a sustentabilidade, ou seja, são as futuras gerações que sofrerão com os nossos erros……. O que queremos deixar para nossos filhos e netos? Se você pensou em responder água mineral, nós lhe perguntamos: Você toma banho com água mineral? Você lava os vegetais e frutas com água mineral? Você prepara seus alimentos com água mineral? Os restaurantes preparam os alimentos com á água mineral? Mesmo que fosse tudo com água mineral, lembre que o que aqui contaminamos passa para o lençol freático e depois consumimos em forma de água mineral…. ÁGUA É FINITA….
    Mauro César Noskowski

  10. meu bairro é im loteamento de interesse social…ou seja, foi projetado pela prefeitura, mas é uma vergonha, o sistema de esgoto vive entupido, as ruas não estão pavimentadas, não existe calçada. Enquanto se preocupam em asfaltar ruas já pavimentadas estamos ali, solicitando patrolamento , pois a cada chuva vira uma cachoeira. Pagamos recolhimento de lixo no IPTU sendo que nem o reciclável nem o organico passam nas travessas. Foi pavimentada a última rua para que o transporte público iniciasse nova rota já fazem meses e até agora nada….

  11. Além dos congestionamentos,principalmente no centro,faltam obras de drenagem de águas,tratamento de esgoto,melhorias em ruas e afins em bairros mais carentes. Falta acessibilidade em locais afastados do “centrao” ( a prefeitura poderia fazer algo junto com o CDL para adequar as lojas). Não há paradas boas de ônibus, as que aí estão nao protegem de chuva,de vento, de sol em excesso,não contam com algum detalhe que lembre que somos a capital nacional do vinho,nao ha painel com horarios e itinerário,que dirá acessibilidade ( a maioria dos onibus nem com cinto de segurança conta). Deve-se proibir a construção por sobre a bacia de captação de água,bem como começar a limitar o numero de andares de prédios.

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