Bento Gonçalves

A cidade de Bento Gonçalves é um importante polo industrial e turístico da Serra Gaúcha. A vocação industrial e turística mesclam a cultura do seu povo: a garra do seu trabalho desenvolveu a industria e ao mesmo tempo a  preservação da cultura de sua origem criou um núcleo de atrativos turísticos ligados à uva e ao vinho.

Situada no alto da Serra Gaúcha, Bento Gonçalves é uma cidade de gente acolhedora e de natureza exuberante que figura entre as 10 maiores economias do Rio Grande do Sul.

Bento destaca-se pela elevada pontuação em índices como IDH, que  leva em consideração itens como longevidade, educação, saúde e renda. Em 2003, a cidade teve a primeira posição do Rio Grande do Sul no Índice de Desenvolvimento Humano -IDH e 6ª colocação do Brasil (Fonte: Organização das Nações Unidas – ONU).

Fonte: Prefeitura Municipal de Bento Gonçalves

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6 Respostas para “Bento Gonçalves

  1. Iniciativa bela??? Acho que faltou um pouco de leitura e interpretação para quem colocou essa opinião, pois, no próprio texto fala que o plano é reavaliado em 10 anos… portanto, isso não é uma bela iniciativa e sim a obrigatoriedade de ser revisto, portanto, vamos colocar opiniões validas e que venham a agregar para o município de Bento, que esta cada vez mais caótico e pobre.

  2. 1 – Sou contra a alteração de Lei do artigo 53 do Plano Diretor pois Bento Gonçalves está inserida em uma das mais carentes áreas do Estado em disponibilidade de recursos hídricos.
    2 – A alteração da Lei que esta sendo proposta propiciando a implantação de instalações permanentes em áreas ainda mais próximas dos cursos d’água, além de tornar a situação mais crítica, irá proporcionar um risco muito grave para o abastecimento público, tendo em vista a já mencionada carência de mananciais hídricos na região. Temos os bairros Salgado e São Valentim como zonas industriais, porque as empresas não são instaladas lá e assim protegemos a água? alias que nem é nossa, pois 70% provem de Farroupilha pelo Burrati e 30% provem de Garibaldi pelo Barracão. Indústrias podem mudar de endereço, rios e riachos não.
    3 -Ficaremos sem água antes do que se imagina – “Motivada pelos consideráveis e multiplicados agravantes constatados nos últimos anos, envolvendo o abastecimento de água de Bento Gonçalves, notadamente com o comprometimento da Bacia de Captação, fazer as colocações a seguir, para evitar um colapso total no fornecimento do precioso líquido à nossa cidade”. Com este alerta a ABEPAM – Associação Bento-Gonçalvense de Proteção ao Ambiente Natural iniciava o oficio que endereçou a 77 entre entidades públicas e privadas, imprensa, órgãos municipais, estaduais e federais e poderes legislativo, executivo e judiciário do Estado em 22 de março de 2012. Fonte: Jornal Semanário 30/11/13 pag 13.
    4 – O IABG ressalta que em se tratando de Áreas de Preservação Permanente devem ser respeitados os limites especiais estabelecidos pelo novo Código Florestal (Lei nº 12.651/12). “Nesse caso, para cursos d’água de até 10 metros de largura, a área de preservação permanente é de 30 metros, a partir da borda do leito. Há ainda a possibilidade do Poder Público alterar a metragem, desde que seja para aumentar a Área de Preservação Permanente, mas nunca para diminuí-la”. Fonte: Jornal Semanário 30/11/13
    5 – Deve-se ter cuidado redobrado para alterar o Plano Diretor, uma vez que poderá ter sérias implicações para a sustentabilidade, ou seja, são as futuras gerações que sofrerão com os nossos erros……. O que queremos deixar para nossos filhos e netos? Se você pensou em responder água mineral, nós lhe perguntamos: Você toma banho com água mineral? Você lava os vegetais e frutas com água mineral? Você prepara seus alimentos com água mineral? Os restaurantes preparam os alimentos com á água mineral? Mesmo que fosse tudo com água mineral, lembre que o que aqui contaminamos passa para o lençol freático e depois consumimos em forma de água mineral…. ÁGUA É FINITA….
    Mauro César Noskowski

  3. Nestor Stefani

    Temos que pensar grande: não podemos contar com obras do Governo do Estado, como melhorias significativas nas rodovias Estaduais que cortam nosso município. Temos que criar projetos/diretrizes, alternativas de mobilidade, tipo: acessos à cidade, bairros, distritos, zonas industriais. Por exemplo: o município tem que criar uma ligação paralela a RST 470, até o distrito de Tuiuty, outros acessos ao bairro Barracão, melhorar a ligação com o Vale dos Vinhedos, Linha Eulália, Vale Aurora, bairros. Não podemos ficar de braços cruzados esperando que o Governo do Estado resolva a calamitosa situação da RST 470. No mínimo temos que exigir que se construam rotatórias nos pontos críticos de acesso/saída da cidade. Se o Estado não tem recursos, vamos buscar parcerias, PAC, ou,,,. Prever no novo Plano Diretor, os locais para perimetrais, ou alternativas mais eficientes de escoamento de trânsito. Temos que dar mais conforto para as pessoas que pagam impostos e querem retorno.
    Traçar as diretrizes necessárias e definitivas, lógico que de longo prazo, e, importante, que não sofram interferência/pressão de grupos econômicos, prática comum verificada em nosso município no decorrer de toda a sua história. Exemplo: construções recentes, em locais apertados, com avanços sobre as calçadas. Porque acontece isso? Porque, outrora alguém liberou os projetos. A partir de normas estabelecidas, no caso o Plano Diretor, não existe decisões diferentes, respeita-se o que é Lei.

  4. Curti!

  5. Bela iniciativa!

  6. Bela iniciativa!

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